domingo, 27 de setembro de 2009

FAKE NUMBER


FAKE NUMBER

A Fake Number surgiu como geralmente começam as grandes bandas: por diversão. Em março de 2006, na pequena cidade de Lorena/SP, a vocalista Elektra, o guitarrista Pingüim e o baterista Tony decidiram se unir e formar uma nova banda. Pouco tempo depois, com a entrada do guitarrista Vermelho e do baixista Diablo, a formação se completa e assim surge oficialmente a Fake Number.

Não pensavam muito em fama e sucesso até que começaram a fazer alguns shows pequenos em Lorena, tocando covers de bandas que curtiam, inclusive de Paramore, quando a mesma ainda era desconhecida no Brasil. Não demorou para que gravassem a primeira música, “Fake!” (que recebeu depois o nome de “Não Quero o Seu Mal” no cd “Cinco Faces de Um Segredo”).

Sentindo a vibração do público nos shows, a vontade de crescer, de fazer um bom trabalho e mostrá-lo ao Brasil aumentou nos integrantes. Agora a Fake Number já não era mais apenas diversão e sim, um trabalho, um compromisso e um sonho a ser realizado. Sem perder tempo, a banda viaja até São Paulo e grava a música “Segredos Que Guardei” no consagrado Midas Studio, com a produção de Lampadinha. Sucesso na internet, aproveitam e gravam o clipe logo em seguida, com a participação da Marimoon (VJ da MTV), que foi assistido quarenta mil vezes em apenas uma semana no site oficial da banda.

Ousando ainda mais, mudam-se para São Paulo, passam a morar todos juntos e a batalhar a todo vapor atrás de shows para mostrar seu trabalho ao público. Em agosto de 2007 lançam o primeiro cd “Cinco Faces de Um Segredo”, gravado no GR Studio em São Paulo pelo selo Urubuz Records. O cd dá à banda novas oportunidades, novos shows e reconhecimento na cena independente nacional. A partir daí o sucesso só aumenta, São Paulo se torna pequena e os shows em outras cidades e estados surgem. Nesse meio tempo, Vermelho deixa a banda e Gabriel assume a outra guitarra.

Em maio de 2008 lançam seu novo clipe, “Aquela Música”, que estreou no programa “Domínio MTV” e no “MTV Overdrive”, o que deu à banda a oportunidade de ser vista pela primeira vez em rede nacional.

No último ano, 2008, a Fake Number passa a lotar a agenda em praticamente todos os finais de semana, dividindo o palco com grandes nomes da música nacional e internacional como: NxZero, Fresno, Cpm22, Forfun, Strike, Glória, Dead Fish, Hateen, New Found Glory, Millencolin, Mxpx, Rufio, Love Hate Hero, Emery e The Ataris. Também marcaram presença por duas vezes no “ABC PRO HC”, no Festival “No Capricho” e outros consagrados festivais da cena brasileira.

Conquistando fãs por onde passam, a Fake Number é certamente a nova promessa mainstream brasileira. A energia nos shows, a interação com o público, o ritmo, as letras sinceras, o amor pelos fãs e o domínio que a vocalista Elektra assume no palco fazem a mistura do que hoje é a Fake Number.

E por que “Fake Number”?
Somente os integrantes sabem!
Talvez seja uma das cinco faces desse segredo, que mistura melodia, sonhos, desejos, experiências e carinho dos fãs. São números, que se misturam, que se encaixam, que formam acordes

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Soulja Boy Tell 'Em


DeAndre Ramone Way, mais conhecido como Soulja Boy Tell 'Em, ou apenas Soulja Boy, (28 de julho de 1990 em Chicago) é rapper, dançarino e produtor americano, que alcançou o topo da Billboard Hot 100 com o single "Crank That (Soulja Boy)", em setembro de 2007. Inicialmente, o próprio cantor postava sua música na internet, o que o levou ao topo nos Estados Unidos por sete semanas não consecutivas. Biografia Ele nasceu em Chicago, no dia 28 de julho de 1990. Com seis anos, se mudou para Atlanta, onde aprendeu a gostar de rap[1]. Oito anos mais tarde, se mudou novamente: desta vez, para Batesville, no Mississippi com o pai, que improvisou para o garoto um estúdio para que ele pudesse explorar seus talentos musicais. Em novembro de 2005, Soulja resolveu postar suas músicas no site SoundClick. O resultado foi tão positivo que ele resolveu apostar em suas próprias páginas no Youtube e no MySpace. Dois anos depois, gravou "Crank That (Soulja Boy)" e finalizou seu primeiro álbum independente Unsigned & Still Major: Da Album Before. Na sequência, o rapper produziu um vídeo demonstrativo chamado de "The Crank Dance", no qual ele explica passo a passo a coreografia de sua música de trabalho. No final de maio de 2007, Soulja assinou seu primeiro contrato musical com a gravadora Interscope Records. Apenas quatro meses depois, "Crank That (Soulja Boy)" já aparecia no topo da Billboard Hot 100 e, no mês seguinte, ele gravou Souljaboytellem.com, seu segundo álbum, nos Estados Unidos. Na 50ª edição do Grammy, o cantor foi indicado na categoria "Melhor Música de Rap" mas perdeu para "Good Life", gravada por Kanye West. O álbum vendeu pouco mais de 1 milhão de cópias. No final de 2008, o rapper lançou seu álbum mais recente iSouljaBoyTellem. Sua primeira música de trabalho foi "Bird Walk", que atingiu a 40ª posição na lista da Billboard. Além disso, o rapaz já gravou músicas em parceria com alguns artistas como Fergie, Bow Wow,Lil' Wil, Chris Brown e Ne-Yo.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Fresno


Fresno

A banda surgiu em Porto Alegre, 1999, enquanto os garotos cursavam o ensino médio. Lucas Silveira nos vocais, Gustavo Mantovini na guitarra, Bruno Teixeira no baixo e Pedro Cupertino na bateria eram os integrantes originais da banda que, até então, chamava-se Democratas. Mais tarde, descobriram a existência de uma banda nordestina com o mesmo nome, e Lucas sugeriu Fresco por gostar da sonoridade da palavra.

Começaram com pequenas apresentações no colégio, e usaram a internet como meio de divulgação das composições. A estratégia deu certo, a quantidade de fãs só fazia crescer e pouco tempo depois gravaram a demo “O Acaso do Erro”. Em 2003, o álbum independente “Quarto dos Livros” chegou ao público underground, proporcionando shows pelo Brasil inteiro. Como músicas de trabalho, o CD trouxe “Teu Semblante”, “Desde Já” e “Stonehenge”, a última foi a música de maior sucesso da banda na época.

O CD “O Rio, A Cidade, A Árvore”, lançado em 2004, ajudou a banda a tornar-se ainda mais conhecida, principalmente no meio virtual. Devido ao tamanho sucesso e repercussão das músicas, em 2006, lançaram o disco “Ciano” pela gravadora Terapia Records. O álbum estourou em todo o país, com hits melancólicos e composições desiludidas, não fugindo às características iniciais da banda. “Quebre as Correntes” foi o primeiro single do trabalho.

Um ano depois, participaram de um projeto da MTV que resultou no disco “MTV Ao Vivo 5 Bandas de Rock”. Em 2008, lançam o disco “Redenção”, pela gravadora Universal, trazendo os hits consagrados “Uma Música” e “Alguém Que Te Faz Sorrir”.

O som deles é definido, pelos próprios integrantes, como "Roquenrol Emotivo Portoalegrense". Atualmente, a banda é formada por Lucas Silveira (Paraíba) no vocal e na guitarra, Gustavo Mantovani (Vavo) na guitarra, Rodrigo Ruschel (Bell) na bateria e Rodrigo Tavares (Tavares) no baixo.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Bonde da Stronda


Bonde Da Stronda
Os jovens Mc's Stronda (Leonardo Schulz) e Tug (Diego Raphael) formam o Bonde da Stronda que em suas letras contam a realidade do seu dia-a-dia, bem como, relatam seus sentimentos através de suas canções.

O início da carreira aconteceu em novembro de 2006 com algumas gravações no computador que até então eram apenas elogiadas pelos amigos. A partir daí os jovens começam a gravar suas canções de maneira mais profissional.

A divulgação do grupo ocorre totalmente pela internet que foi o meio pelo qual o sucesso veio à tona. Antes os dois adolescentes colocavam batidas de rappers americanos adaptando suas letras ao estilo do grupo, mas hoje possuem um estilo próprio e uma batida marcante.

Cabe destacar as músicas: Nossa Química, XXT, Garota Diferente entre outras. O Bonde da Stronda segue fazendo shows em vários lugares do país e é uma grande promessa da música jovem que ainda tem muito para mostrar.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

linkin park


linkin park

Segundos álbuns são famosamente complicados. Músicos tem suas vidas inteiras para escrever seus primeiros álbuns, a teoria diz, e um tempo relativamente curto para segui-lo com o próximo. Mas e se o primeiro álbum em questão é o mais vendido dos últimos tempos? E se a indústria da música tem expectativas por outro “blockbuster” instantâneo? Essa era a situação que o Linkin Park encarou quando entraram em estúdio para gravar Meteora, segundo álbum seguindo o multi-platina de estréia Hybrid Theory.

Aquele álbum—que a Rolling Stone chamou de “doze canções de fogo compacto, misturando metal alternativo, hip-hop e arte de picape, que não podem ser separados”—vendeu 14 milhões de cópias pelo mundo inteiro. Foi o álbum mais vendido de 2001. Lançou três singles que foram direto para as paradas incluindo “In The End”. E em 2002, recebeu um Grammy de Melhor Performance Hard Rock por “Crawling”, além de indicações para Melhor Álbum de Rock e Melhor Revelação. Depois de tanto esforço e determinação, desde as origens humildes da banda na California nos anos 90, Linkin Park agora tinha os ouvidos do mundo.

Para as pessoas de fora da banda, a pressão de fazer um álbum que superasse o primeiro era enorme. Mas dentro do Linkin Park, os vocalistas Chester Bennington e Mike Shinoda, o guitarrista Brad Delson, o DJ Joseph Hahn, o baterista Rob Bourdon e o baixista Phoenix não estava tão preocupados quanto você esperaria. Ao invés de se preocupar com as expectativas exteriores, eles trabalharam, meticulosamente criando cada momento de cada canção de acordo com seus próprios padrões. “Nós nunca queremos pensar que temos que vender 10 milhões de cópias com cada álbum. Isso é ridículo,” diz Bennington. “É uma benção vender tantos álbuns; não acontece muito nessa indústria—uma vez na carreira já é uma conquista. Nossa obrigação é com os fãs. Não vamos relaxar e dizer que é certeza as pessoas sairem para comprar nossos álbuns.” “E se você nos conhece, você sabe que a maior pressão veio de dentro da própria banda,” diz Shinoda.

“Só queremos fazer outro álbum do qual nos orgulhamos,” says Bourdon. “Nos focamos nisso, e trabalhamos para criar canções que amamos. Nós somos nossos piores críticos.” Se você duvida, considere isso: Shinoda e Bennington escreveram 40 refrões para o primeiro single de Meteora “Somewhere I Belong”, antes de chegar na melhor versão possível.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Kid Cudi


Kid Cudi, cujo nome verdadeiro Scott Seguro Mescudi Ramon nasceu em 30 de Janeiro de 1984, Shaker Heights, Ohio (E.U.A.). Em quinze anos, é armazenado em um karaoke máquina na cave de um dos seus camaradas. Ele rapidamente assumiu o jogo e decide ir morar em Nova York, a cidade onde tudo é possível e, quando um jovem rapper pode quebrar mais facilmente do que em Ohio. Lá ele fará decisivos encontros que lhe permitirá gravar seu primeiro Mixtape "Um filho chamado Cudi" em 2008. Com o título "Day 'n' Nite" Kid Cudi é reconhecido por revistas como a "Rolling Stone" e "complexo", mas também por outros rappers como Kanye West, que pede-lhe para participar de seu álbum "808s & heartbreak ". Dentro de alguns anos Cudi Kid conseguiu fazer um nome no mundo do rap e do seu primeiro álbum ( "Homem na Lua: Os Guardiões") foi lançado em 2009.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

blink 182


O Blink 182 nasceu apenas como Blink, em 1994. Porém, a história dessa banda se inicia em 1991, quando Mark Hoppus (futuro baixista/vocalista) foi apresentado ao futuro guitarrista e também vocalista Tom DeLonge, de apenas 14 anos. Daí nasceria a amizade dos dois garotos, que os levaria a começar a tocar juntos. Quando, alguns anos mais tarde, se juntaram ao baterista Scott Raynor, estava formada o Blink, uma banda com a proposta de músicas simples, inspiradas por garotas, cervejas e a adolescência dos três.

Começaram a ensaiar, tocar em bares em sua cidade, San Diego, e, como era de se esperar, gravaram, em 1994, uma demo intitulada Blink, lançada pela Kung Fu Records, da já veterana banda The Vandals.

Uma ano depois, estavam assinando contrato com a Cargo Records para lançar o primeiro disco, Cheshire Cat. Outro ano se passou e a banda assinou outro contrato, dessa vez com uma grande gravadora, a MCA, para lançar seu segundo disco, o Dude Ranch.

Como já percebido quando do primeiro disco, a banda fazia mais sucesso fora dos Estados Unidos. A Austrália era o grande porto desses jovens. Seu segundo álbum atingiu o disco de platina nesse país, enquanto em sua terra natal, apenas o de ouro.

Enquanto isso, a banda era processada por um grupo irlandês de techno, acusando-os de ter se apropriado de seu nome. Daí surgiu o Blink 182, em referência ao número de vezes que Al Pacino falou "shit" em Scarface.

Em 97, 98 e 99, a banda encabeçou a Warped Tour, um festival itinerante pelos EUA, juntamente com Unwritten Law, Less Than Jake, Pennywise e outras grandes bandas punks.

Em 1999, o baterista Scott sai da banda, entrando em seu lugar Travis Barker, ex-baterista do Vandals. O novo disco, 'Enema of The State' começa a ser gravado nesse ano também, estourando nos EUA. A revista Playboy foi acusada de pedir a banda fotos de fãs nuas em shows para uma edição e até o mais famoso DJ americano, Howard Stern elogia a banda. Aparecem no filme "American Pie", tendo também uma música na trilha sonora. Sucesso na MTV e turnês pelo mundo afora. É a consagração da banda.



Em 2001 lançam Take Off Your Pants And Jacket, que na primeira semana vai direto para o primeiro lugar da Billboard com faixas como The Rock Show, Roller Coaster, First Date, e outras.

Em 2002 sai Stay Together For The Kids, coletânea com faixas ao vivo e versões alternativas, além de algumas inéditas.

Uma grande mudança ocorreria em 2003, no álbum seguinte, intitulado apenas Blink 182, que traria letras mais sérias, som mais elaborado e uma participação de Robert Smith, líder do The Cure.

Paralelamente, os integrantes do Blink se envolveram em outros projetos como o Box Car Race e o Transplants.